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REGULAMENTO













REGULAMENTO

CAMPEONATO VENTURA DE VELOCROSS

2017

 

REGRAS TÉCNICAS

1 - TÍTULO E GENERALIDADES

O Campeonato Ventura de Velocross é supervisionado pela Federação Gaúcha de

Motociclismo, e organizado pelos Motos clubes e Prefeituras locais.

Deverá ser realizado do dia 01 de janeiro até 31 de dezembro de 2013. Com um

mínimo de 06 (Seis).

2 - PILOTOS

2.1 - LICENÇAS

Poderão participar das provas pilotos convidados de outros estados ou países,

concorrendo aos troféus e premiações, sem, contudo, marcarem pontos no

campeonato.

3 - MOTOCICLETAS E CLASSES

3.1 – CLASSES

Infantil C

Motos 2T até 50 cc 2T e 100 cc 4T, aro “10” na traseira e ate aro

“12” na dianteira.

Infantil B:

Motos 2T de 65cc até 115 cc importadas e 4T de até 150 cc importadas e motos nacionais livre. Pilotos nascidos superior ao ano de 2005.

Infantil A:

Motos 2T de 65cc até 115 cc importadas e 4T de até 150 cc importadas e motos nacionais livre. Pilotos nascidos superior ao ano de 2002.

Promocional nacional:

Pilotos Homens de 14 até 55 anos e mulheres de 14 até 55 anos, valendo a

idade do dia 1º de janeiro de 2017, que se enquadram na categoria novatos nacional, e, sendo que, os dois primeiros de cada bateria não poderão mais correr no ano.

Novatos Nacional :

a) Pilotos Homens de 14 até 55 anos e mulheres de 14 até 55 anos, valendo a

idade do dia 1º de janeiro de 2017.

b) Essa categoria é aberta para pilotos sem resultados expressivos (1º, 2º ou 3º

lugar)(Classificação) em Campeonatos Estaduais de qualquer modalidade;

c) Categoria aberta livremente à mulheres;

d) Obrigatório o uso de motocicletas nacionais (definida pela Lei Brasileira como

fabricadas no Brasil);

e) Suspensões, aros, cubos, quadro, permitido modificações e substituição

desde que por peças nacionais.

f) Quadro permitido aliviar peso;

g) Suspensão - componentes internos das suspensões e as molas são “livres”.

Parte externa da suspensão pode ser modificadas, mas não substituídas;

h) Aros e pneus “livres”;

i) Escape “livre” não podendo ultrapassar 112 dbA de nível de ruído, tolerância

de 3 dbA medidos a 5000 RPM e distantes quatro metros do escape deverá

alcançar distancia mínima a 10 cm do eixo trazeiro, não ultrapassar a roda

traseira e as bordas da saída não podem ser cortantes;

j) Carburador e injeção “livres”;

k) Caixa e filtro de ar “livres”;

l) Sistema de ignição “livre”;.

m) Partes externas podem ser modificadas, mas não substituídas. Partes internas

“livres”;

n) Quando o item é considerado “livre” permite-se o uso de componentes de

qualquer origem;

Street:

a) Pilotos de 15 até 50 anos, valendo a idade do dia 1º de janeiro de 2017;

b) Permitido o uso das seguintes motocicletas nacionais (definida pela Lei

Brasileira como fabricadas no Brasil);

Honda Titan 150 e 125 cc,  Yamaha RD 135 e YBR 125. Outras

motocicletas poderão ser homologadas pela FGM mediante solicitação;

d) Quadro permitido aliviar peso;

e) Suspensão - componentes internos das suspensões e as molas são “livres”.

Parte externa da suspensão pode ser modificadas, mas não substituídas;

f) Aros e pneus “livres”;

g) Carburador e injeção “livre”;

h) Caixa e filtro de ar “livre”;

i) Sistema de ignição “livre”;

j) Quando o item é considerado “livre” permite-se o uso de componentes de

qualquer origem.

Nacional 150 4T:

a) Pilotos de 15 até 50 anos, valendo a idade do dia 1º de janeiro de 2017;

b) Permitido o uso das seguintes motocicletas nacionais (definida pela Lei

Brasileira como fabricadas no Brasil);

Honda  Bros 150, Yamaha XTZ 125 cc e DT 180 cc. Outras

motocicletas poderão ser homologadas pela FGM mediante solicitação;

c) Motos com motores OHC não podem correr essa categoria;

d) Quadro permitido aliviar peso;

e) Suspensão - componentes internos das suspensões e as molas são “livres”.

Parte externa da suspensão pode ser modificadas, mas não substituídas;

f) Aros e pneus “livres”;

g) Carburador e injeção “livre”;

h) Caixa e filtro de ar “livre”;

i) Sistema de ignição “livre”;

j) Quando o item é considerado “livre” permite-se o uso de componentes de

qualquer origem.

Nacional 230 4T:

a) Pilotos de 15 até 50 anos, valendo a idade do dia 1º de janeiro de 2017;

b) Permitido o uso das seguintes motocicletas nacionais (definida pela Lei

Brasileira como fabricadas no Brasil);

Honda CRF 230, XR 200 e Bros 150, Yamaha TTR 230 e XT 225. Outras

motocicletas poderão ser homologadas pela FGM mediante solicitação;

c) Obrigatório quadro, motor e suspensão do mesmo modelo e fabricante;

d) Quadro permitido aliviar peso;

e) Suspensão - componentes internos das suspensões e as molas são “livres”.

Parte externa da suspensão pode ser modificadas, mas não substituídas;

f) Aros e pneus “livres”;

g) Escape “livre” não podendo ultrapassar 112 dbA de nível de ruído, tolerância de

3 dbA medidos a 5000 RPM e distantes quatro metros do escape deverá

alcançar distancia mínima a 10 cm do eixo trazeiro, não ultrapassar a roda

traseira e as bordas da saída não podem ser cortantes;

h) Carburador e injeção “livre”;

i) Caixa e filtro de ar “livre”;

j) Sistema de ignição “livre”;

k) Quando o item é considerado “livre” permite-se o uso de componentes de

qualquer origem.

Nacional 250 4T:

a) Pilotos de 15 até 50 anos, valendo a idade do dia 1º de janeiro de 2017;

b) Permitido o uso das seguintes motocicletas nacionais (definida pela Lei

Brasileira como fabricadas no Brasil);

Honda Tornado, CRF 230, XR 200 e Bros 150, Yamaha DT 200, TTR 230 e XT 225. Outras motocicletas poderão ser homologadas pela FGM mediante solicitação;

c) Quadro permitido aliviar peso;

d) Suspensão - componentes internos das suspensões e as molas são “livres”.

Parte externa da suspensão pode ser modificadas, mas não substituídas;

e) Aros e pneus “livres”;

f) Escape “livre” não podendo ultrapassar 112 dbA de nível de ruído, tolerância de

3 dbA medidos a 5000 RPM e distantes quatro metros do escape deverá

alcançar distancia mínima a 10 cm do eixo trazeiro, não ultrapassar a roda

traseira e as bordas da saída não podem ser cortantes;

g) Carburador e injeção “livre”;

h) Caixa e filtro de ar “livre”;

i) Sistema de ignição “livre”;

j) Quando o item é considerado “livre” permite-se o uso de componentes de

qualquer origem.

Nacional 200 cc:

a) Pilotos de 15 até 50 anos, valendo a idade do dia 1º de janeiro de 2017;

b) Permitido o uso das seguintes motocicletas nacionais (definida pela Lei

Brasileira como fabricadas no Brasil);

Honda XR 200 e Bros 150, Yamaha XTZ 125 cc e  DT 180 cc e DT 200 cc. Outras

motocicletas poderão ser homologadas pela FGM mediante solicitação;

c) Quadro permitido aliviar peso;

d) Suspensão - componentes internos das suspensões e as molas são “livres”.

Parte externa da suspensão pode ser modificadas, mas não substituídas;

e) Aros e pneus “livres”;

f) Carburador e injeção “livre”;

g) Caixa e filtro de ar “livre”;

h) Sistema de ignição “livre”;

i) Quando o item é considerado “livre” permite-se o uso de componentes de

qualquer origem.

Nacional Livre:

a) Pilotos de 15 até 50 anos, valendo a idade do dia 1º de janeiro de 2013;

b) Motos nacionais 4 T;

c) Obrigatório o uso de motocicletas nacionais (definida pela Lei Brasileira como

fabricadas no Brasil);

d) Suspensões, aros, cubos, quadro, permitido modificações e substituição

desde que por peças nacionais.

e) Quadro permitido aliviar peso;

f) Suspensão - componentes internos das suspensões e as molas são “livres”.

Parte externa da suspensão pode ser modificadas, mas não substituídas;

g) Aros e pneus “livres”;

h) Escape “livre” não podendo ultrapassar 112 dbA de nível de ruído, tolerância

de 3 dbA medidos a 5000 RPM e distantes quatro metros do escape deverá

alcançar distancia mínima a 10 cm do eixo trazeiro, não ultrapassar a roda

traseira e as bordas da saída não podem ser cortantes;

i) Carburador e injeção “livres”;

j) Caixa e filtro de ar “livres”;

k) Sistema de ignição “livre”;

VX 3 Nacional:

a) Motos nacionais sem restrição de cilindrada (cilindrada livre). Pilotos

Homens de 30 até 55 anos e mulheres de 14 até 55 anos. Para o cálculo

de idade serão considerados os homens nascidos até 1986.

b) Obrigatório o uso de motocicletas nacionais (definida pela Lei Brasileira

como fabricadas no Brasil), com motores 4T ou 2T, com cilindrada “livre”.

Partes externas podem ser modificadas, mas não substituídas. Partes

internas “livres”.

c) Suspensões, aros, cubos, quadro, permitido modificações e

substituição desde que por peças nacionais.

d) Permitido retirar (cortar e limar) suportes de acessórios não utilizados em

pista, desde que não prejudique a sua estrutura.

e) Aros e pneus “livres”;

f) Escape “livre” não podendo ultrapassar 112 dbA de nível de ruído,

tolerância de 3 dbA medidos a 5000 RPM e distantes quatro metros do

escape deverá alcançar distancia mínima a 10 cm do eixo trazeiro, não

ultrapassar a roda traseira e as bordas da saída não podem ser cortantes;

g) Carburador e injeção “livres”;

h) Caixa e filtro de ar “livres”;

i) Sistema de ignição “livre”;

j) Quando o item é considerado “livre” permite-se o uso de componentes de

qualquer origem;

VX 4 Livre:

a) Motos nacionais e importadas sem restrição de cilindrada (cilindrada livre). Pilotos

Homens de 40 até 60 anos e mulheres de 14 até 55 anos. Para o cálculo

de idade serão considerados os homens nascidos até 1976.

b) Carburador e injeção “livres”;

c) Caixa e filtro de ar “livres”;

d) Sistema de ignição “livre”;

e) Quando o item é considerado “livre” permite-se o uso de componentes de

qualquer origem;

VX 3 Importada:

Motos 2T de 125cc até 250 cc e 4T de 250cc até 450 cc. Pilotos Homens de 35

a 55 anos e mulheres de 15 a 55 anos. Para o cálculo de idade serão considerados os

homens nascidos até 1986.

Feminina:

Motos do tipo cross especiais de 65cc até 125cc 2T ou 150cc até 250cc 4T, e/ou

motocicletas Nacionais.

Exclusivamente para mulheres.

Estreantes Importadas:

Esta categoria e destinada para pilotos que estão iniciando no esporte, ou seja,

“categoria de acesso”, Pilotos de 14 a 50 anos.

- Somente serão considerados PILOTOS ESTREANTES, aqueles que no ano de 2016

não finalizaram em nenhuma etapa do Campeonato Gaucho nesta categoria um

1º(Primeiro lugar);

- Os 02 (Dois) primeiros colocados no campeonato de 2016 na categoria Estreantes

não poderão participar da categoria Estreantes em 2017;

- Pilotos que não competiram em 2016, mas possuem títulos de Campeão ou vice

Campeão de Velocross estaduais de 2004 até 2016, não participam desta

categoria; (Obs: motocicleta Importada)

Intermediaria Importada:

Motos 2T de 125 cc até 250cc e 4T de 250 cc até 450 cc. Pilotos homens de 14

a 50 anos e mulheres de 16 até 50 anos.

Participam da categoria:

Pilotos com títulos estaduais, inativos desde 2015.

Força Livre:

Motos de 125cc 2T e até 250cc 4T importadas e nacionais é livre a motocicleta. Pilotos de 14 a 50 anos.

OBS.: Parágrafo ÚNICO: Para TODAS as classes e cilindradas o limite máximo

de tolerância na cilindrada base será de até 2% (Dois por cento).

3.2 - ESCOLHA DA MOTOCICLETA

Será permitido no máximo, 2 (duas) motos para cada piloto.

Os pilotos podem trocar de motocicleta entre e durante os treinos, porém

devem efetuar a troca dentro da zona de espera (parque fechado), de modo que

nunca tenham 2 (duas) motocicletas dentro do circuito ao mesmo tempo.

3.3 – ESCOLHA DE CLASSE.

Os pilotos menores de 18 (dezoito) anos deverão apresentar um Termo de

Responsabilidade (conforme modelo da CBM/FGM, firmado em conjunto com o seu

responsável legal). As assinaturas deverão ser autenticadas em cartório.

Os pilotos que optarem correr em duas ou mais categorias, marcarão pontos

em todas as categorias que participarem.

3.4 - NÚMEROS DE LARGADA

Os pilotos que não possuírem número reservado na FGM deverão escolher um

número que ainda esteja disponível.

Obs.: Os números podem ser reservados diretamente no site da FGM.

O numero 1 (um) de cada classe, será reservado ao campeão de 2016 da

respectiva categoria.

É obrigatório usar número de largada dorsal, que deve ser legível e de material

durável. A falta de numerais legíveis na parte frontal e lateral poderá acarretar penalização.

4 - PERCURSO

O percurso deverá ser homologado pela FGM.

Para todas as classes o percurso poderá ser alterado, desde que autorizado pelo Júri

de prova.

4.1 - SEGURANÇA

A segurança dos pilotos, espectadores e oficiais, deve ser prioridade máxima

quando da construção dos obstáculos da pista.

A largada, a chegada, os boxes e todas as áreas ao redor da pista, onde a

permanência de pessoas é permitida, devem ser protegidas por uma cerca. Esta cerca

entre os espectadores e a pista deve conter o público.

É proibido o uso de cães de guarda nas áreas restritas aos pilotos, mecânicos,

sinalizadores, imprensa e representantes das fábricas.

Em cada lado da pista deve haver uma zona neutra de segurança com pelo

menos 2 metros de largura para proteção do público e pilotos. Esta zona é definida

como a área entre a cerca (ou obstáculo natural) e os bumpings da pista.

Os bumpings devem ser feitos de faixas (cordas são proibidas) e as estacas de

madeira leve ou material flexível e a altura máxima deve ser 500 mm acima do solo e

a mínima 200 mm.

Fardos de feno, ou outro material eficiente na absorção de choques devem

cobrir todos os obstáculos tais como árvores, postes, paredes, pedras, etc. para

proteção dos pilotos.

A pista deve ser irrigada apropriadamente, se necessário, em tempo hábil

antes da prova e entre treinos e baterias para garantir condições adequadas,

protegendo o público e pilotos contra a poeira.

EM HIPÓTESE ALGUMA SERÁ TOLERADO O USO DE CERCAS DOTADAS

DE ARAME FARPADO, COMO PARTE INTEGRANTE DAS CERCAS OU TELADOS

QUE CERCAREM OS CIRCUITOS DO CAMPEONATO.

4.2 – SEGURANÇA DO PILOTO

O traçado da pista deve priorizar a segurança do piloto.

Especial atenção deve ser dada na confecção das curvas e no ângulo das

mesmas.

Fardos de feno ou outro material para absorção de impactos, para proteção

dos competidores, devem ser colocados em todos os obstáculos e zonas de escapes.

Deve-se respeitar uma distância mínima de 3 metros entre as seções da pista.

Se esta distância não puder ser respeitada por causa do limite de espaço, fardos de

feno deverão ser colocados para separar as pistas, mas pelo menos uma zona neutra

de 1 metro entre as pistas deve ser respeitada.

4.3 – ZONA DE SINALIZAÇÃO

Um suficiente número de zonas oficiais de sinalização (mínimo de 15) deve

ser providenciado para toda a pista para que qualquer indicação necessária possa ser

dada por bandeiras para os pilotos durante a corrida.

Essas zonas devem ser distintamente marcadas.

Essas áreas devem ser bem situadas para assegurar a clara visibilidade para

os comissários e de tal forma que os sinais sejam perfeitamente visíveis para os

pilotos.

Nas curvas ou áreas de perigo, a segurança dos sinalizadores também deve

ser observada pela boa colocação dos postos.

Quando da ocorrência de quedas de competidores, em áreas não visíveis para

os demais, os sinalizadores devem indicar o ponto de passagem obrigatório para os

mesmos, postando-se em frente ao competidor acidentado.

5 - OFICIAIS

As ações serão interpretadas pelos oficiais responsáveis de acordo com a legislação

desportiva vigente e os regulamentos esportivos específicos da FGM/CBM; aquelas

consideradas como anti-desportivas, ou em desacordo com os interesses do esporte

ou do evento em questão, estão sujeitas a sanções disciplinares previstas pelo Código

Brasileiro de Justiça Disciplinar e Desportiva da FGM/CBM.

5.1 - JURI

O Júri será nomeado pela COPA VENTURA.

6 - REGULAMENTO SUPLEMENTAR

O Regulamento Suplementar deve estar de acordo com o modelo oficial da FGM.

6.1 - CONDIÇÕES DE INSCRIÇÃO

Para a Copa Ventura de Velocross, as inscrições poderão ser

feitas antecipadamente através do site www.ciadamotoracing.com.br, até as

18.00 h (dezoito horas) da SEXTA FEIRA que antecede a prova. O prazo final de

inscrição é até domingo ( obs: domingo somente confirmação das on-line) no dia

da etapa, na secretaria de prova, que vai de sábado das 13:00 h de sábado até as

17:00 h e das 8:00 h de domingo até as 12:00 h no local do evento.

As inscrições feitas antecipadamente somente terão validade após pagamento

na secretaria de prova.

6.2 - LINHA DE LARGADA

Serão permitidos, no máximo, 30 (Trinta) pilotos para largar em cada classe. A

seleção destes pilotos se dará pela classificação do campeonato ou treino

cronometrado.

7 - TREINOS

Durante os treinos, cada piloto poderá utilizar somente as motocicletas examinadas e

aprovadas na inspeção técnica - no máximo 2 (duas).

Em caso do traçado ser alterado durante o curso do evento, todos os pilotos terão a

possibilidade de dar, no mínimo, 1 (uma) volta de inspeção no novo traçado.

Os treinos são proibidos no período de meia hora que antecede a largada da corrida

da mesma classe, salvo a ocorrência de permissão dada pelo diretor de prova por

razões específicas, devidamente aprovadas pelo júri de prova.

Treinos Livres:

- Será organizada no mínimo uma sessão de treinos livre para cada uma das classes

do Copa Ventura de Velocross 2017;

- A critério da direção de prova os pilotos inscritos e aprovados na inspeção técnica,

em uma determinada classe poderão ser distribuídos em grupos;

- É proibida a troca de grupos durante os treinos;

- Caso o número de pilotos inscritos e aprovados seja impar, o grupo "A" ficará com

um piloto a mais que os outros grupos;

- Os horários dos treinos livres serão informados no Regulamento Suplementar de

cada etapa.

8 - SILÊNCIO NOS BOXES

O silêncio nos boxes deve ser respeitado entre 22:00 e 06:00 horas, na noite anterior à

competição.

9 - HORARIOS DO EVENTO.

Os horários de treinos e provas estarão disponíveis no ato da inscrição.

10.2 - PROCEDIMENTO DE LARGADA

- Quando todos os pilotos estiverem sobre a linha de largada, o comissário levantará

uma placa com "15 segundos", durante os 15 (quinze) segundos o gate irá desarmar";

- A área em frente ao gate de largada será restrita e será preparada de modo

consistente, dando condições tão iguais quanto possíveis para todos os pilotos.

Ninguém, exceto os oficiais e fotógrafos, será autorizado a permanecer nesta área, e

nenhum tratamento da área é permitido;

- Os pilotos estão autorizados para tratar esta área, contanto que nenhuma ferramenta

seja usada ou assistência externa seja fornecida.

10.3 - LARGADA FALSAS

Todas as largadas falsas serão indicadas por 1 (uma) bandeira vermelha

agitada. Os pilotos deverão retornar para a zona de espera e a nova largada

acontecerá assim que possível.

10.4 - REPAROS E SUBSTITUIÇÕES

Os pilotos terão a possibilidade de reparar a motocicleta e substituir o

silencioso na zona de reparos da pista durante a prova.

11 - PARADA DE UMA PROVA

O Diretor de Prova tem o direito, sob sua própria iniciativa, por razões urgentes de

segurança, ou caso de força maior, paralisar uma prova prematuramente ou cancelar

uma parte ou todo o evento. Se uma prova é parada a qualquer momento durante a

primeira metade do tempo previsto de prova, haverá uma nova largada completa, com

a participação dos pilotos que ainda estiverem na prova. Os pilotos reservas podem

participar na nova largada se um ou mais participantes estiverem inaptos a

participarem ou foram excluídos pelo Diretor de Prova.

O Diretor de Prova pode excluir um ou mais pilotos de participarem da nova largada,

no caso de serem julgados culpados pela paralisação da prova.

Se uma prova é paralisada apos transcorrida a primeira metade do tempo previsto de

prova, a prova será considerada completa. A ordem de chegada será baseada na

colocação dos pilotos na volta anterior a que a bandeira vermelha foi mostrada. O (s)

piloto(s), indicado (s) pelo Diretor de Prova como responsável (is) pela bandeira

vermelha, será (ão) colocado (s) atrás dos demais pilotos, tendo completado um

número igual ou maior de voltas.

Obs.: Poderá ser alterado o tempo em uma relargada.

12 - ASSITÊNCIA EXTERIOR, CORTE DE PERCURSO, NÃO RESPEITAR A

SILNALIZAÇÃO

Qualquer assistência externa no percurso é proibida durante o(s) treino(s)

cronometrado(s) e a(s) prova(s) a menos que seja efetuado por um comissário

designado pelo organizador para garantir a segurança. Tomar atalhos no percurso é

proibido. PENA: Após avaliação do diretor de provas poderá ser penalizados em

posições, tempo de prova ou excluído.

Ultrapassar sob-bandeira amarela. PENA: Perca de até 20 segundos do seu tempo

total de provas ou perca de até 5 posições. Se o piloto que obtiver vantagem sobbandeira amarela e devolver a posição não haverá punições.

13 - PIT STOP/ PIT LANE (ZONA DE REPAROS)

Ao lado da pista haverá uma área que deve ser reservada para reparos durante a

prova. As únicas pessoas autorizadas a ficar nesta área específica são o mecânico e o

chefe de equipe do piloto, que podem fazer reparos ou ajustes na motocicleta durante

a prova, e os sinalizadores da FGM.

Qualquer parte da motocicleta, exceto o chassi, que deve estar selado, pode ser

modificada, ajustada ou substituída. O reabastecimento deve ser feito com o motor

desligado. Os pilotos, ao entrarem na zona de reparos, devem parar antes de retornar

para a pista.

Um piloto que entrar nos boxes com a motocicleta durante a prova não será autorizado

a retornar àquela prova.

Comunicação através de rádio com os pilotos durante as provas e treinos não será

permitida.

14 - SINAIS OFICIAIS

Os sinais oficiais devem ser dados por meio de bandeiras medindo aproximadamente

750 mm X 600 mm, como segue:

Bandeira: Significado:

Vermelha agitada Parada Imediata; Obrigatória para todos

Preta Piloto indicado deve parar no Pit Stop

Amarela fixa Perigo; Dirigir devagar

Amarela agitada Perigo Imediato; Devagar; Não Ultrapassar

Azul agitada Atenção; Dê passagem

Branca com cruz vermelha Atenção; Pessoal ou veículo de serviço médico

na pista

Verde Pista livre para a largada da bateria

Xadrez Preta e Branca

agitada

Fim de Prova ou Treino

A bandeira verde só poderá ser utilizada por um oficial de largada durante o

procedimento de largada.

A bandeira azul deve ser usada por oficiais de sinalização suplementares,

especializados para esta bandeira somente.

A idade mínima dos sinalizadores é 16 (dezesseis) anos.

15 - TRAVESSIA DAS LINHAS DE CONTROLE

O momento em que uma motocicleta atravessa uma linha de controle será registrado

quando a parte mais avançada dela atravessar a linha.

16 - CONTROLE TÉCNICO E VERIFICAÇÕES

O controle técnico deve ser efetuado de acordo com os procedimentos estabelecidos

no Regulamento Técnico de Velocross. O horário da vistoria está estabelecido no

Regulamento Suplementar do evento.

16.1 - VERIFICAÇÃO FINAL

Após a prova de cada classe, o diretor de provas poderá em caso de haver

protesto, ou para verificações adicionais, caso forem exigidas, manter as primeiras 5

(cinco) motocicletas, mais 1 (uma) aleatória no parque fechado para controle técnico.

As motocicletas devem permanecer no parque fechado até a liberação do

diretor de prova.

16.2 - TESTE ANTIDOPING E ALCOOL

O teste antidoping e de álcool podem ser efetuados de acordo com o Código

Médico e regulamentações do C.O.B.. Um piloto com o teste positivo será excluído de

todo o evento. Penalidades adicionais poderão ser impostas.

17 – RESULTADOS:

O vencedor de uma prova é o piloto que atravessar a linha de chegada em primeiro

lugar.

Um piloto não será classificado se ele:

- Não tiver completado 50% (cinquenta por cento) do número total de voltas

completadas pelo vencedor;

- Se 50% (cinquenta por cento) do número de voltas não corresponder a 1 (um)

número inteiro, então o resultado será arredondado para o próximo número inteiro.

Todos os resultados devem ser homologados pelo Júri.

18 - PONTUAÇÃO PARA A COPA VENTURA DE VELOCROSS;

Para efeito de classificação final do campeonato será usada a fórmula N-1, ou seja, N

é igual ao número de provas e 1 igual ao pior resultado que será subtraído do

resultado final do campeonato, prova participada.

Cada prova válida marcará pontos independentes para o campeonato.

O critério de desempate para o campeonato é o maior numero de vitórias em baterias

no campeonato seguido pela melhor colocação na ultima etapa.

Os pontos serão atribuídos para Copa Ventura de Velocross em cada bateria

válida como segue:

1° Lugar – 25 pontos 6° Lugar – 15 pontos 11° Lugar – 10 pontos 16º Lugar – 05 pontos

2° Lugar – 22 pontos 7° Lugar – 14 pontos 12°Lugar – 09 pontos 17º Lugar – 04 pontos

3° Lugar – 20 pontos 8° Lugar – 13 pontos 13° Lugar – 08 pontos 18º Lugar – 03 pontos

4° Lugar – 18 pontos 9° Lugar – 12 pontos 14° Lugar – 07 pontos 19º Lugar – 02 pontos

5° Lugar – 16 pontos 10° Lugar – 11 pontos 15° Luga r – 06 pontos 20º Lugar – 01 ponto

19 - PROTESTOS E PENALIZAÇÕES

Os protestos e penalizações serão aplicados em conformidade com o código Brasileiro

de justiça desportiva da FGM/CBM.

Os protestos contra pilotos, motocicletas e atitude anti-desportiva deverão ser feitos

por escrito pelo Piloto ou Chefe de Equipe e entregue ao Diretor de Prova, até 30

minutos após a bandeirada de chegada do vencedor da prova.

Reclamação contra resultado deve ser apresentada ao Diretor de Prova dentro de 30

minutos seguintes a divulgação dos resultados.

Todos os protestos devem ser feitos por escrito e ESPECÍFICOS POR ITEM, e

acompanhados por uma taxa de R$ 100,00 (cem reais).

Os protestos serão avaliados pelo Júri da Prova; no caso da procedência, o valor será

devolvido ao reclamante, caso contrário, reverterá a favor da Copa Ventura de Velocross, ou no caso de reclamação técnica 50% para a equipe reclamada.

Os protestos contra decisões das Autoridades da Prova e demais órgãos da FGM,

seguem o que está previsto no Regulamento Disciplinar Desportivo e Regimento

Interno da FGM.

Os casos omissos a este Regulamento serão julgados de acordo com o Regulamento

da CBM e da FIM.

20 - CERIMÔNIA DE ENTREGA DE PRÊMIOS

Os cinco primeiros colocados em cada bateria, deverão se dirigir ao pódio

IMEDIATAMENTE após o término da bateria, sem conceder entrevistas, ou qualquer

outro ato que provoque atraso na premiação. Todo o piloto classificado entre os 05

primeiros colocados é obrigado a comparecer ao pódio usando camisa ou

camiseta, sob pena de PERDER, sua respectiva premiação pecuniária e troféu,

salvo em caso de acidente, que o impeça de participar do ato de premiação.

Entrevistas coletivas serão organizadas pela Copa Ventura de Velocross logo após a premiação, sendo OBRIGATÓRIA a presença desses pilotos convocados.

21 - AJUDA DE CUSTO

21.1- TROFÉUS

Os 05 cinco primeiros colocados de cada prova válida, deverão ser premiados

com troféus no pódio.

22 - MEDIDAS DE PRESERVAÇÂO DO MEIO HAMBIENTE

Todas as áreas do evento seja ela, secretaria, sala de júri, vistoria, público, tribunas,

médica, pista, etc., deverão ser providas de recipientes adequados para coleta de lixo

recicláveis e não recicláveis, a fim de impedir a depredação e o mau uso do local do

evento.

Nos boxes, além destes recipientes, deverão ter disponíveis e de fácil acesso,

recipientes para coleta de óleos, gasolina e outros detritos químicos.

23 – AUTORIZAÇÃO DE DIREITO DE USO DE IMAGEM

Todo piloto inscrito em provas da Copa Ventura de Velocross autoriza a titulo

gratuito desde já a exibição em todo o território nacional e fora deste de qualquer

imagem referente ao mesmo, desde que relacionadas com os eventos da Copa Ventura de Velocross.  Nada tendo a reclamar quanto à veiculação em mídia, folhetos, encartes, anúncios, cartazes, imagens, fotos ou outra forma de divulgação referente ao motociclismo.

25 - SEGURO

A FGM, Moto Clubes, promotores, patrocinadores e organizadores não se

responsabilizam por nenhum dano ou prejuízo que possa ocorrer ao piloto e/ou

motocicleta durante as competições, nem por danos ocasionados pelo piloto a

terceiros ou coisas, nem pelo descumprimento das leis vigentes do país, cabendo ao

piloto providenciar um seguro médico/hospitalar e contra terceiros de acordo com o

código desportivo da FGM/CBM.

O competidor se abstém de qualquer manobra desleal aos demais pilotos e se

compromete a manter um alto espírito desportivo, o máximo sentido de comunidade e

respeito às propriedades alheias e a natureza.

As despesas decorrentes de internação hospitalar são de responsabilidade do

piloto, não havendo nenhum vinculo financeiro com patrocinadores,

promotores, organizadores ou a FGM.

Os Casos Omissos a este regulamento serão julgados de

acordo com os regulamentos da FGM (Federação Gaucha de Motociclismo), CBM (Confederação Brasileira

de Motociclismo) e FIM (Federação Internacional de

Motociclismo).

 

PUBLIQUE-SE

 

 


 
   
 
 
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